O croissant virou sinônimo de padaria boa, mas nem todo croissant é igual. A boa notícia: dá para reconhecer um croissant de verdade só olhando, partindo e cheirando.
1. A casca
A casca deve ser dourada, fina e brilhante, e estalar levemente quando você aperta. Cor muito pálida pode indicar pouco tempo de forno. Cor muito escura, forno quente demais.
2. As camadas
O croissant é feito de massa laminada: a massa é aberta, recebe uma placa de manteiga e é dobrada várias vezes, descansando entre as dobras. O resultado são dezenas de camadas finíssimas de massa separadas por manteiga. Na lateral do croissant, essas camadas devem estar visíveis.
3. O miolo
Corte ao meio. O miolo bom é alveolado, com bolsas de ar irregulares, parecendo um favo de mel. Se estiver denso e compacto, a laminação ou a fermentação não deram certo.
4. O aroma e a gordura
Croissant bem feito cheira a manteiga e a pão assado, sem aquele cheiro enjoativo de gordura velha. Ao comer, a manteiga deve ser sentida como sabor, não como oleosidade nos dedos.
5. A leveza
Apesar de rico, um bom croissant é leve. Se ele pesa na mão e fica borrachudo, é sinal de pouca laminação.
Por que isso importa
Tudo isso depende de tempo e técnica: a massa descansa, a manteiga precisa estar na temperatura certa e o forno, no ponto. É por isso que croissant artesanal é produzido em pequena quantidade e todos os dias.
Na Colha, os croissants são feitos diariamente, de forma artesanal. Conheça o croissant da casa e o pain au chocolat, feito com a mesma massa.
Perguntas frequentes
Quantas camadas tem um croissant?
Depende da receita e do número de dobras, mas são dezenas de camadas finas de massa e manteiga.
Por que o croissant esfarela?
Porque a casca é crocante e as camadas são finas. Isso é sinal de bom folhado.
Croissant é francês?
Está associado à França e à tradição da viennoiserie, embora tenha origem ligada à Áustria.


